beda2016

TAG: Complete a frase #BEDA

Primeiramente gostaria de agradecer todas as pessoas que usam a criatividade para criar as TAGs e salvar a vida de muitas pessoas como eu que de vez em quando têm um lapso de criatividade para criar posts aleatórios.
Segundamente: FORA TEMER!

Agradecimentos à parte, vou responde essa TAG que achei bem legal que consiste em completar as frases (ooooh!).

Sou muito introvertida e tímida. Acho que já falei isso aqui milhares de vezes, mas não custa nada ressaltar mais uma vez. Tenho muita dificuldade em me abrir e me soltar na primeira vez que conheço alguém ou estou em um ambiente. E até mesmo quando já conheço todo mundo eu não me sinto a vontade de sair tagarelando. Além de não ligar de ficar num lugar sozinha ou gostar de ficar em silêncio no meu cantinho.



Não suporto quando estou falando com alguém e a pessoa está esperando atenção em outra coisa e depois pergunta o que eu falei. Sem comentários.

Eu nunca li ou assisti um livro/filme do Harry Potter e só Deus pode julgar.

Eu já briguei com minhas irmãs e continuamos brigando/discutindo. Quase sempre são motivos idiotas, mas tudo bem. Ainda estamos vivas e isso faz parte do processo de vivermos debaixo do mesmo teto e dividirmos o mesmo quarto desde quando me entendo por gente.

Quando criança eu estava brincando com meu tio de cabra cega e saí rodando, girando, girando, prum lado, girando, girando, rodando pro outro e bati com o testa na parede com cimento batido e machuquei a testa toda e foi sangue pra todo lado. Minha mãe ficou desesperada e eu fiquei com as marcas dessa linda lembrança durante anos da minha vida.

Nesse exato momento são 22:48, eu estou morrendo de fome, ouvindo esse vídeo maravilhoso, desse canal só de músicos legais, escrevendo essa tag, cheia de dor de cabeça.

Eu morro de medo de tanta coisa que nem sei: tirar sangue; passar mal; de bichinhos pequenos tipo hamster, coelhinhos; de me machucar porque sinto muita dor, sou sensível ~risos~.

Eu sempre gostei de cinema (filmes e séries), desde que tive acesso a uma locadora na minha vida e aprendi a baixar torrent, minha vida nunca mais foi a mesma.

Se eu pudesse, no feriadão das Olimpíadas eu faria uma mini viagem pra qualquer lugar que não seja a cidade do Rio de Janeiro pra descansar, fazer vários nadas e me preparar psicologicamente para a vida que irá começar de faculdade + trabalho = sem finais de semana por bastante tempo.


Fico feliz quando eu não tenho hora para acordar e posso dormir o quanto eu quiser.

Se pudesse voltar no tempo eu não posso falar porque seria segredo. hahahahahaha

Adoro sair para comer com minhas irmãs e meus amigos e passear pelo Rio de Janeiro.

Quero muito viajar para ISLÂNDIA (e sendo mais realista no momento: Améria do Sul, Califórnia e alguns lugares do Brasil). Mas sério, eu queria tanto ir para a Islândia.

Eu preciso parar de me preocupar demais com as coisas e ficar mais relaxada com a vida.

Não gosto de ver as pessoas reclamando do ~povo~ dos Direitos Humanos. FORA TEMER!



Se você leu e gostou da TAG, faça no seu blog e me avisa para ir lá dar uma lida, adoro TAGs!



#BEDA 2016


Depois do maior abandono de blog que eu já fiz na vida, nada como um BEDA para dar um empurrão para qualquer blogueiro voltar a postar.
Mas você aí, querido(a) leitor(a) talvez esteja se perguntando o que é esse tal de BEDA. Para quem não sabe, o BEDA, ou Blog Every Day August, onde nós temos que postar todos os dias do mês de Agosto. Aparentemente essa ideia surgiu no grupo Rotaroots que eu já fiz parte e foi um grupo bem legal com vários blogueiras reunidas. O desafio do BEDA é fazer a gente ter mais criatividade e espontaneidade para postar e voltar as raízes dos blogs pessoais e também uma forma de conhecer blogs novos, já que bastante gente entra nesse desafio.

Eu ainda acho que eu me meti em uma grande cilada e já tentei me programar um pouco para lidar com posts todos os dias. Ano passado eu participei e achei ótimo, tive muitas ideias para os posts e consegui dar conta, porém, eu não estava trabalhando num horário tarde/noite e nem estava em período de faculdade. Mas aí a gente faz um esforço e se arrisca, né?
Estava há muito tempo tentando voltar a escrever e isso foi só o incentivo que eu estava precisando. Sinto muita falta de escrever aqui e deixar como lembrança para mim e também de ir visitar os blogs amigos e deixar meus comentários. 

Espero que vocês me acompanhem mais uma vez e não me deixem flopar nessa edição 2016. Acompanhemos.
Estive Pensando

O dia que perdi meu primeiro vôo


Tudo começou com a minha linda irmã Ester que comprou o nosso vôo de volta para casa para às 7h da manhã. Estávamos indo embora da nossa viagem para Minas (que você pode ver os posts aqui, aqui e aqui) e era a minha primeira viagem de avião, logo, não sabia de quase nada.
Coincidentemente (mais para o mal do que para o bem), a menina que estava no nosso quarto no hostel, ia no mesmo voo que a gente. Daí, como ela parecia ser mais ~experiente~ que a gente, marcamos de sairmos juntas do hostel, já que teríamos que pegar um táxi até a rodoviária e sairia mais barato. 
Como nós íamos sair super cedo, eu e minha irmã dormimos já com a roupa que íamos embora para quando desse a hora, era só acordar e ir. Colocamos o despertador para as 3h da manhã e assim que tocou acordamos e já estávamos prontas para ir, só não esperávamos que a nossa companheira de voo ainda ia se maquiar, ir no banheiro e fazer mil coisas. Daí já comecei a ficar preocupada porque tínhamos um cronograma para seguir a risca e ela já estava alterando ele. Antes de dormir, a nossa companheira de voo disse que já tinha visto o táxi mas quando chegou na hora ela na verdade ainda ia chamar um. Obviamente, para começar a nossa saga, não passava um táxi por perto e quando conseguimos um, ele demorou para "chegar" e quando chegou, pegou outra pessoa ao invés da gente (na nossa rua do hostel tinham barzinhos, logo, a concorrência foi grande), o que foi uma grande merda e sacanagem porque nós que tínhamos chamado o táxi. Depois disso eu fiquei mais preocupada ainda, mas um táxi chegou logo depois e partimos para a rodoviária.
Chegamos que nem umas desesperadas na rodoviária procurando o guichê para fazer o "check-in" das passagens e adivinhem? Sim, já não havia mais tempo, o ônibus já estava saindo e mesmo que saíssemos correndo, não conseguiríamos pegar o ônibus. Fizemos a tentativa de uma ir correndo e pedir para o ônibus não sair e não deu certo. Tivemos que trocar o horário da passagem e com o novo horário, só um milagre para conseguirmos chegar a tempo no aeroporto, despachar a mala e embarcar. Mas como somos brasileiras, não desistimos nunca!

Pegamos o bendito do ônibus e começou a viagem de ônibus mais angustiante da minha vida! Queria dormir porque só tinha dormido umas 3h mas não conseguia, só conseguia pensar que eu poderia perder meu voo se aquele ônibus parasse por 1min ou surgisse um engarrafamento no meio do caminho. O ônibus fazia parada no aeroporto da Pampulha e lá ele ficou parado uns 5min que foram suficientes para eu quase ir bater no motorista e mandar ele pisar no acelerador. Quando estávamos quase chegando no aeroporto, foi uma enrolação sem fim até chegar no ponto final que parecia que era uma eternidade (acho que foram mais de 1h na estrada!!!!).
Quando chegamos no aeroporto, antes de descer, eu olhei para o relógio e faltavam 3min para finalizar o horário de despachar as malas. Eu só queria descer do bendito ônibus e sair correndo pelo aeroporto até encontrar o guichê da empresa que a gente comprou as passagens e não queria saber mais de nada e ninguém, mas minha irmã AINDA SE IMPORTOU COM A NOSSA COMPANHEIRA DE VÔO e ficou me gritando para esperar a menina (que estava dormindo lindamente no ônibus) e eu falei: MINHA FILHA EU NÃO VOU ESPERAR NINGUÉM PORQUE A GENTE VAI PERDER ESSE VOO E ELA NÃO DESPACHA MALA E A GENTE SIM ENTÃO CORRE E ESQUECE ELA!!!!!
Saímos correndo pelo aeroporto porque não sabíamos onde fazia o bendito despache das malas já que nunca tinha ido naquele aeroporto na minha vida. Obviamente, para ter mais adrenalina na história, o guichê ERA O ÚLTIMO DO AEROPORTO (OBRIGADA, VIDA!) e fomos correndo: eu com uma mochila enorme dessas de mochileiro, super pesada e Ester com uma mochila e uma mala de rodinha. Chegamos lá e a atendente disse que não poderíamos mais despachar porque tinha terminado há UM MINUTO!!!!! UM MINUTO! Ela não poderia ser solidária e por UM MINUTO ter deixado a gente despachar UMA MALINHA? Mas não, ela não foi, e aí começa a história vergonhosa de Débora Braga Peixoto correndo como uma maluca pelo aeroporto de Confins (que faz jus ao nome!) num sábado de manhã, crente que iria conseguir...mas não conseguiu.

Depois dessa notícia maravilhosa, eu, inocentemente, fui no balcão ao lado ver quando e quanto ficaria para o próximo vôo e a atendente disse que ficaria DOIS MIL REAIS! Na hora, como eu estava nervosa e aí nessas horas o bom senso vai por água abaixo, foi esse o diálogo que aconteceu:
Atendente: - O próximo vôo é as 11h e as duas passagens ficam por dois mil reais e não sei quantos centavos.
Eu: - O QUE? Moça, eu não tenho isso na minha conta e nem meu cartão tem limite pra isso, pelo amor de Deus! Tá maluco! Nem se eu parcelasse isso! Muito obrigada!
Daí eu e Ester pensamos em uma só tentar ir com uma mochila de mão e a outra comprar uma passagem. A escolhida para essa tentativa foi eu.
Saí que nem uma louca correndo pelo aeroporto tentando achar onde era o embarque e quando achei, tinha que passar pelo detector de metais e eu, gênia, estava CHEIA de moedinhas nos bolsos da calça, estava com cinto (que se eu tirasse, minha calça caía), estava com anéis, estava com relógio. Agora pense em mim e nessa situação! Tive que tirar isso tudo, segurar com minhas mãos que já não tinham espaço para mais nada e sair correndo novamente com isso tudo para procurar o meu portão (com a calça caindo!!!). Obviamente, quando cheguei no portão o piloto e as aeromoças já estavam em reunião, todo mundo já estava dentro do avião e eu implorei para o cara deixar eu entrar e mesmo na minha situação deplorável ele não deixou. O avião estava ALI DO MEU LADO! Tão perto e tão longe! Vocês não imaginam a raiva que senti nessa hora, tanto do cara que não deixou eu entrar, quanto de toda a situação vergonhosa que eu passei e da companheira de vôo que nos trolou e estava lá dentro e a gente não.
No fim, acabamos tendo que voltar para a rodoviária, compramos uma passagem de ônibus mesmo e voltamos para nosso conforto chamado lar, pegando uma estrada com chuva e sol e várias mulheres que tinham ido para Minas só para ver um show do Lulu Santos. 
(e eu ainda tive que usar pela primeira vez na vida um banheiro de ônibus em movimento, foi uma experiência e tanto, nunca foi tão difícil e mirabolante fazer um simples xixi!)


Coisas que eu aprendi nesse momento da minha vida:
1- Nunca ache que é uma coincidência legal você estar no mesmo vôo que uma pessoa sendo que você vai acordar às 3h da manhã para isso. Esse horário é místico, acredite!
2- Nunca confie nas pessoas se você já tinha tudo programado. Acredite na sua consciência e no seu feeling!
3- Nunca compre passagem que você vai ter que madrugar, é horrível!
4- Nesses momentos, nunca espere por ninguém, não existe amor nessas horas, apenas corra!
5- Sempre veja onde fica o balcão da empresa que você comprou as passagens para não ficar como uma louca correndo pelo aeroporto.
6- Tenha um cartão com limite maior que dois mil reais (mentira).
7- Nunca julgue pessoas que correm loucamente no aeroporto, rodoviária, whatever, um dia pode ser você!

drops

Drops dos Finais de Semana: Praia e Pedra do Sal

Não ando fazendo muitas coisas nesses últimos meses, mas nesses dois últimos finais de semana surgiram programas gostosos para fazer com alguns amigos e daí saíram fotos legais, logo, resolvi postar aqui no blog.

Um dia fui com umas amigas para praia e foi uma delícia! Não sou nem um pouco fã do calor, prefiro bem mais o outono e o inverno, mas quando você mora no Rio de Janeiro e no verão a sensação de calor chega a 47°C e 50°C, um convite para ir pra praia e ficar na água geladinha, é sempre bem-vindo.

Semana passada fui com minhas irmãs fazer umas fotos com a nossa amiga Verônica que agora entrou para o grupo das maquiadoras. Fomos ajudar ela e mais outras meninas que estão começando nessa área e fotografamos para ajudar uma outra menina que trabalha com acessórios da cultura negra. 
Nunca tinha feito isso na minha vida, mas foi bem legal. As fotos foram feitas lá na Pedra do Sal, que fica no centro do Rio. É um lugar bem importante para a cultura negra carioca e o samba; "pode ser considerada como o núcleo simbólico da região chamada de Pequena África, que era repleta de zungus, casas coletivas ocupadas por negros escravos e forros."


E ontem fui "comemorar" o início do carnaval com minha irmã Ester e a amiga dela, Mari, na praia (óbvio) e fomos na praia da Barra que estava uma delícia, com a água super quentinha e um vento maravilhoso.





E como foi o final de semana de você?

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